quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Por que o cloro residual é necessário em todos os tratamentos de piscinas?


No mercado de piscinas existem diversos tipos de tratamentos que propõem manter a água limpa e de acordo com a Vigilância Sanitária, porém todos eles precisam manter uma quantidade de cloro residual na piscina para proteger a água de vários contaminantes. Em São Paulo, por exemplo, o decreto 13.166 estabelece a utilização de mínimo de 0,5 ppm de cloro residual livre para garantir a correta desinfecção da água da piscina.
É importante salientar que o tratamento de água à base de ozônio é aproximadamente 120 vezes mais eficiente que o cloro e age nas bactérias em torno de 3.120 vezes mais rápido na oxidação, eliminando todas as impurezas presentes na água.
Entre esses contaminantes temos as cloraminas resultantes da reação do cloro com carga orgânica e subprodutos presentes na água. Elas são as grandes vilãs das piscinas e agravam problemas alérgicos e respiratórios, causam ardência nos olhos, ressecamento na pele e nos cabelos, descamação do esmalte das unhas, além de deixar cheiro desagradável na água e no corpo.
A dúvida que surge é qual cloro utilizar para manter o residual exigido pela Vigilância Sanitária? Cloro líquido, granulado ou pastilha?
Os três tipos são cloro, o que difere é a porcentagem de cloro ativo e a forma que o produto se encontra.
O cloro líquido tem aproximadamente 10% de cloro ativo e apresenta-se na forma líquida. O cloro granulado tem aproximadamente 65% de cloro ativo e apresenta-se na forma de grãos ou pó. Já o cloro em pastilha tem aproximadamente 80% de cloro ativo e apresenta-se na forma de pastilhas.
Temos que nos atentar na quantidade exigida pelas normas e a forma que iremos utilizar o cloro. Tomando as devidas precauções, sua piscina estará sempre protegida.
Lembre-se, sempre que for manusear o cloro utilize luvas de borracha. E em caso de contato com os olhos ou ingestão, procure um médico imediatamente.